Sentado, no meio do turbilhão
de vozes silenciosas
ouvindo, o pensamento que se eleva
entre a enorme confusão
de mentes ociosas
olhando, o movimento que circula
no seio de um ar que seca
tacteando a mesa que suporta
o papel que deixará de ser inocente
borbeletando as palavras
que me circundam, confundindo
as vontades que se afundam
no poço de ideias que vão pedindo
que não as deixem falecer
pois, por aqui, neste mundo
pouco abundam
caminhando no tempo
que se me parece haver
eis que de repente, alguém tem em mente
questionar-me:
o que estás aqui a fazer?
domingo, 12 de abril de 2009
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